FUNDADORA DA CASA DO XISTO

Catarina de Sousa realizadora e produtora de cinema e artes visuais. Em 2023 foi selecionada como produtora e realizadora na Berlinale Talents. Em 2021, fundou com Pedro Neves Marques a produtora de cinema e arte visuais Foi Bonita a Festa, com sede no Porto, Portugal. É fundadora da Casa do Xisto, uma residência artística que visa promover a conexão e o espírito comunitário através do cinema e das artes visuais, sediada no norte de Portugal.

Como realizadora, co-realizou “Tracing Utopia” (2021) com Nick Tyson, realizado no UnionDocs – Center of Documentary and Art em Nova Iorque, com estreia internacional no IFFR – International Film Festival Rotterdam.

No cinema produziu entre Portugal, Estados Unidos e Brasil os seguintes filmes: “Tornar-se um Homem na Idade Media” (2022; estreia mundial no IFFR – International Film Festival Rotterdam, Vencedor do Ammodo Tiger Short Award), “A Mordida”(2019; estreia mundial no TIFF – Festival Internacional de Cinema de Toronto), “Arte que faz mal à vista”(2018; estreia mundial no DocLisboa) e “Semente Exterminadora” (2017; estreia mundial no IndieLisboa), todas curtas-metragens realizadas por Pedro Neves Marques. Está agora a co-produzir “Ouro e Cinza” a primeira longa-metragem de Salomé Lamas com O Som e a Fúria, em Portugal. Internacionalmente, co-produz “A Mala da Noite” de Janaina Wagner, projeto selecionado para o Doc’s Station da Berlinale Talents 2023, com a Anavilhana Films do Brasil. Coproduz “Liminal Spaces” de Lui Avallos, projeto selecionado para o Short Form Station da Berlinale Talents 2023, uma instalação experimental de realidade virtual em coprodução com o Mundivagante Studio. E co-produz “Dar a Luz” de Adriana Vila Guevara, com Diana Toucedo Films na Espanha e Horns and Tails Productions nos Estados Unidos. É produtora associada de “Ecstasy” (2020) de Moara Passoni e “Olmo and the Seagull” (2015) de Petra Costa e Lea Glob.

Na arte contemporânea produziu as instalações filmicas: “Vampires in Space” de Pedro Neves Marques, Representação Oficial Portuguesa – Pavilhão de Portugal na 59ª Bienal de Veneza em 2022, e “The Bite” (2019) uma encomenda do Pérez Art Museum em Miami, ambos de Pedro Neves Marques. Produziu os filmes de artista de Mariana Silva “Zoomorphic Eye/Camera Trap” (2018) encomendado pela Fundação Calouste Gulbenkian, e “Cyborg Wildlife” (em produção) encomendado pela Fundació La Caixa. Produziu também a instalação cinematográfica “Catherine or 1786” (2017) de Francisca Manuel, com curadoria de Walk and Talk em parceria com o ARQUIPÉLAGO – Centro de Artes Contemporâneas, Açores.

RESPONSÁVEIS PELO LABORATÓRIO

Ricardo Leite é realizador e director de fotografia. Organiza e participa em várias Mostras e Exposições dentro da área do Cinema desde 1999, tendo participado em eventos na Europa, Marrocos, Brasil e Cabo-Verde. Colaborou e trabalhado com instituições como o Cineclube do Porto, Cineclube Amazonas Douro e a Associação de Iniciativas Culturais e Artísticas, no Porto, (AICART). Tendo trabalhado maioritariamente no género experimental e em película, é o criador original de uma técnica inovadora intitulada “A Alquimia do Cinema”.

É um dos sócios fundadores do projecto Átomo47, o único laboratório de cinema independente do país, inaugurado em 2007, onde actualmente trabalha e colabora com a Casa da Imagem em V.N. de Gaia. A Átomo47 faz parte de uma lista internacional de 40 laboratórios independentes (www.filmlabs.org).

Juliana Julieta , artista visual e realizadora que trabalha entre Pintura e Cinema Experimental.
Licenciada e Mestre em Pintura (FBAUP/FBAUL).
Foi bolseira no 16MM IMMERSIVE LAB, Casa do Xisto, 2021; Bolsa Dear Doc, Doc’s Kingdom, 2021; Residência The Mechanics of Cinema, MONO NO AWARE (NY, 2022, bolsa FLAD).
No seu trabalho em pintura a óleo e cinema experimental, explora a fisicalidade dos materiais e processos, investigando uma relação tátil, sensorial, cumulativa e fenomenológica de criar imagens. Trabalha com revelação alternativa de película, edição em câmara (Bolex 16mm) e práticas artesanais (veja-se “erotics of the kitchen”), expandindo o cinema para a performance da imagem em movimento.
Cofundou a EARTHSEA (2023), é membro do Laboratório da Torre (Porto) e da Cave (Lisboa). Colabora com a Casa do Xisto como instrutora 16mm nos workshops de eco-processing. Residências Artísticas: “PRIMAL LIGHT #3 – SPECTRAL”, Laboratório da Torre e Batalha Centro de Cinema, Porto 2023. InResidence no Performing The Archive, Porto, 2024. “Herbarium in motion” na região do Rhine (alemanha), bolsa Europe moves culture 2025. 
Foi nomeada e selecionada para o 2024 Sovereign Portuguese Art Prize; ainda nesse ano a sua obra foi adquirida para a CACE – coleção de arte do estado e para o Plaka aquisições (Porto). 

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